Notório estrategista, inteligente e sempre envolvido em questões polêmicas, Antonio Carlos Peixoto de Magalhães deixou saudades em muitos, e causou alívio para outros tantos.Saudades para aqueles que o tinham como referência política, ou como líder ardiloso, loquaz e bem articulado. E alívio para os que não encontravam espaço político/ eleitoral dentro do PFL/ DEM, considerando que era ACM quem dava as cartas do jogo.
Dois anos depois de sua morte, o poder do carlismo se pulverizou, sobretudo, por conta da derrota de Pulo Souto (DEM) na eleição em que Jaques Wagner (PT) se tornou governador.
O senador morreu em São Paulo, com 79 anos, e teve o corpo velado no Palácio da Aclamação, em Salvador. Despertando amor e ódio, saudades ou não, é difícil negar que a cena política nacional era, no mínimo, mais movimentada com a presença dele.

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