segunda-feira, 20 de julho de 2009

As curvas invisíveis de Paulo Souto

Fernando Barros, diretor da Propeg, agência de longas datas e histórias, disse no Entrevista Coletiva, na Band Bahia, a respeito da última eleição para governador, que a campanha de Paulo Souto não conseguiu detectar “as curvas invisíveis no desenrolar do pleito”.

Realmente, as curvas invisíveis eram muito invisíveis. Ou será que Paulo Souto não conseguiu, no “lusco fusco” da correria da campanha, perceber que havia uma articulação de Wagner com os prefeitos das mais longínquas cidades do Estado?

O que veio a tona, tão logo o povo decidiu quem seria seu governador, é que existia uma grande dificuldade dos prefeitos, em agendar audiências com Souto, e isso causava certa sensação de desprestígio.

Assim, houve espaço de sobra para as articulações do então candidato Wagner, que caminhou sagaz pelas “curvas invisíveis”.

O resto da história todos conhecem.

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