Perdoem a redundância, mas quem está perdido não sabe para onde vai. Se quiserem tem outra pior: quem morreu foi quem perdeu a vida.
Estes dois ditados, cuja obviedade chega a doer, é a cara do Correio da Bahia. Um jornal que não sabe a que veio.
Além de apelar para manchetes de portes equânimes como forma de atingir a “todos os públicos”, dá um destaque especial ao que merecia apenas uma nota. De roda-pé ainda por cima.
Ora, se um jornal dá manchete ao deveria ser nota, e vice-versa, era melhor tentar ser outra coisa. Um Blog, talvez. Pelo menos diria alguma coisa útil de vez em quando.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
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