Enquanto não se esclarece as reais causas da morte do delegado de Ipiaú, cada veículo de comunicação oferece a sua versão dos fatos.
E já são três: que a vítima estava comendo um acarajé, quando foi abordada; que estava num sinal de trânsito e foi atingida por disparos de um motoqueiro; e a terceira, que estava em frente aos Correios, sendo alvejada pelas costas, morrendo na hora.
A pressa em dar a notícia e configurar um “furo de reportagem” é uma das causas deste vexame.
A outra é o empobrecimento das redações. Demitem-se bons jornalistas e contratam qualquer estagiário, que faz as matérias via Google ou contatando alguém por telefone.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
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