quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Devaneios e abstrações

No conto “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa, vê-se a existência de um rio como um elemento que transpira magia e memórias, transcendendo o mundo material.

Na música “Foi um rio que passou em minha vida”, de Paulinho da Viola, ouve-se a forte narrativa denunciado que “Se um dia meu coração for consultado/ para saber se andou errado/ será difícil negar/ meu coração tem mania de amor...”

E na filosofia há Heráclito, pensador Grego, dizendo que “o homem não toma banho duas vezes no mesmo rio”, fortalecendo a hipótese de que inexiste estabilidade humana.

Na geografia então, tem Rio Claro, Rio Pardo, São José do Rio Preto e Rio de Janeiro. Tem Rio/ rio pra tudo que é lado.

Qualquer que seja a versão do rio, todos têm os seus, num contexto guardadinho na memória.

Rápidos e fugazes, ou caudalosos e lentos, ficam recônditos emaranhando pensamentos ou emoções mal resolvidas.

Qual o rio que passou em sua vida?

2 comentários:

  1. Êêêêêê menino... jogohou dhuro naum...

    Lorena

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  2. Na minha vida passou um rio muito caudaloso, nada perene...pensei nunca mais sequer rever esse rio.Bem, a vida me surpreendeu e hj eu estou mergulhada nesse rio...ê surpresinha boa do universo...

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